A planilha para financiamento da Caixa é o documento técnico que descreve, em orçamento e cronograma físico-financeiro, quanto custa e como avança a sua obra, para o banco liberar o crédito da construção. Na Projeto de Engenharia, ela é montada por engenheiro responsável, com ART, dentro do que a engenharia da Caixa exige, para obras em todo o Brasil.

Planilha para financiamento caixa econômica

O que é a planilha PCI e o que ela precisa conter?

A planilha oficial da Caixa para construção é a PCI, a Proposta de Construção Individual, o formulário em Excel onde entram o orçamento e o cronograma da sua obra. É por ela que o banco entende o que será construído, quanto custa cada etapa e quando cada parcela do financiamento é liberada.

Uma PCI bem montada representa a obra com fidelidade e reúne os dados técnicos que a engenharia da Caixa confere antes de aprovar a liberação do crédito.

  • A identificação do proponente e do responsável técnico, com o registro no CREA ou CAU;
  • Os dados do imóvel, com endereço, matrícula do terreno e áreas da construção;
  • O orçamento por etapas, com material e mão de obra, ancorado em referência oficial de custo;
  • O cronograma físico-financeiro, que amarra cada serviço a um mês e a um valor;
  • O memorial descritivo com as especificações de acabamento de cada ambiente;
  • A ART que registra a responsabilidade técnica pela elaboração da planilha e do projeto.

O orçamento da planilha só fecha quando existe um projeto arquitetônico aprovado da casa, porque é dele que saem as áreas, os ambientes e as quantidades que a planilha precifica.

O erro que mais vejo é a pessoa pegar um modelo de planilha pronto na internet e preencher no chute, sem projeto por trás, e a engenharia da Caixa reprova porque a conta não bate com a obra que está no papel.

Por que a Caixa reprova a planilha de financiamento?

A Caixa reprova a planilha quando o orçamento sai da faixa que ela aceita para cada etapa, mesmo com o seu crédito pessoal já aprovado, porque a análise da engenharia é separada da análise de renda.

O banco compara cada item da sua planilha com uma referência oficial de custo, como o SINAPI e o CUB do seu estado, e reprova as duas pontas do erro.

  • Orçamento subfaturado, para caber no valor que a pessoa quer financiar, cai abaixo do mínimo aceito e volta como exigência;
  • Orçamento superfaturado, com preço acima do de mercado, também é barrado por não refletir o custo real da obra;
  • Etapas fora de proporção, com uma fase carregando valor que não corresponde ao serviço, quebram o cronograma e travam a análise.

Montar a planilha dentro dos limites de cada etapa é um trabalho de engenharia, não de preenchimento, e é o que faz a proposta passar sem voltar com exigência atrás de exigência.

Quando alguém me chega com a planilha reprovada, na maioria das vezes o problema é o orçamento espremido para o crédito fechar, e o caminho é refazer a conta pela referência de custo real, não brigar com o analista.

Como a Caixa libera o dinheiro da construção por etapas?

A Caixa não deposita o valor da construção de uma vez, ela libera o dinheiro por etapas, conforme o engenheiro dela vistoria a obra e confirma que o avanço bate com o cronograma da sua planilha.

É por isso que o cronograma físico-financeiro não é um detalhe burocrático, é ele que define quando cada parcela entra na sua conta.

  1. A engenharia da Caixa aprova a PCI, com o orçamento e o cronograma da obra;
  2. Você executa a etapa prevista para o período, com o recurso próprio ou a parcela liberada;
  3. O engenheiro credenciado faz a medição e atesta o avanço físico do que foi construído;
  4. A parcela correspondente àquela etapa é liberada, e o ciclo recomeça na fase seguinte.

A cada medição, o banco usa a planilha de acompanhamento para comprovar a evolução da obra, então o cronograma precisa refletir o ritmo real de quem constrói, e não uma sequência ideal que não se sustenta no canteiro.

Um cronograma otimista demais parece bom na hora de aprovar, mas depois trava o dono da obra, porque a parcela só entra quando a etapa está pronta, e ninguém constrói uma laje esperando o dinheiro que ainda não caiu.

PCI ou PRM, qual planilha é a sua?

A Caixa usa duas planilhas diferentes, e escolher a errada é motivo de o processo voltar antes mesmo da análise técnica começar.

A PCI é para quem constrói do zero, em terreno próprio ou na aquisição de terreno e construção; a PRM, a Proposta de Reforma e Melhoria, é para quem reforma, amplia ou melhora um imóvel que já existe.

O que você precisa ter antes de montar a planilha?

Antes da planilha, a Caixa exige um conjunto de peças técnicas que provam que a obra é real, segura e cabe no terreno, e a planilha só orça o que essas peças definem.

Reúna estes pontos antes de começar o financiamento, porque é a falta deles que costuma atrasar a entrada do processo.

  • O projeto aprovado na prefeitura, com o alvará de construção do seu município;
  • Os projetos complementares da obra, o estrutural, o elétrico e o hidrossanitário;
  • A ART do projeto e a ART de execução, com o engenheiro responsável identificado;
  • A matrícula atualizada do terreno, regularizado e no seu nome.

Quando a obra é grande ou tem mais de um pavimento, esse conjunto de projetos vem de um projeto executivo completo da casa, com todas as disciplinas compatibilizadas, que é o que dá coerência entre o desenho, o memorial e o orçamento da planilha.

Se o terreno ainda tem pendência de averbação ou a matrícula não reflete a situação real, o passo anterior é o projeto de regularização do imóvel, porque o banco só financia sobre um terreno regular.

Por que montar a planilha da Caixa com a Projeto de Engenharia?

Na Projeto de Engenharia, a planilha da Caixa é montada por Bruno Rodrigues, engenheiro civil registrado no CREA sob o nº 5071484666, com pós-graduação em Concreto Armado e Protensão.

A diferença é que a mesma equipe que faz os projetos da sua obra é a que monta o orçamento e o cronograma, então o que está na planilha corresponde ao que está no projeto, e não a um modelo genérico preenchido por fora.

Essa coerência entre projeto, memorial e orçamento é justamente o que a engenharia da Caixa confere, e é o que reduz o vaivém de exigências que trava o financiamento na análise técnica.

O atendimento é nacional e o trabalho é conduzido a distância, do envio dos documentos do imóvel ao ajuste da planilha nas exigências do banco, para obras em Bragança Paulista, São Paulo e todo o Brasil.

Quanto custa a planilha para financiamento da Caixa?

Na Projeto de Engenharia, a planilha para financiamento da Caixa é orçada por projeto, porque o trabalho muda conforme o porte da obra e a quantidade de projetos que a planilha precisa orçar.

Uma planilha para uma casa térrea de metragem enxuta não dá o mesmo trabalho de uma obra de dois pavimentos, com mais disciplinas e um cronograma mais longo para liberar por etapas.

FatorComo afeta o valor
Metragem da obraQuanto maior a área construída, maior o orçamento a detalhar por etapa.
Número de pavimentosMais pavimentos exigem mais serviços orçados e um cronograma mais longo.
Projetos já existentesSe os projetos e a ART já existem, a planilha parte deles, se não, entram no escopo.
Situação do terrenoTerreno com pendência de matrícula pede regularização antes de financiar.

Com os dados do seu terreno e do seu projeto, retornamos com o valor fechado e o escopo do serviço de planilha para o financiamento da Caixa.

Fujo de dar um preço fechado de planilha por telefone, sem ver o projeto, porque o que dá trabalho é orçar a obra dentro da referência de custo da Caixa, e isso depende do tamanho e do número de disciplinas, não de um valor de tabela.

Em quanto tempo a planilha fica pronta?

O prazo da planilha depende do porte da obra e de os projetos já estarem prontos, e essa estimativa você recebe junto do orçamento do serviço.

O tempo de análise dentro da Caixa, esse quem controla é a engenharia do próprio banco, então a parte técnica nós entregamos com prazo, o deferimento do financiamento segue o fluxo da instituição.

Especialista responsável

Bruno Rodrigues é o fundador e engenheiro responsável da Projeto de Engenharia, engenheiro civil registrado no CREA sob o nº 5071484666.

É bacharel em Engenharia Civil, com pós-graduação em Concreto Armado e Protensão, e também Técnico em Segurança do Trabalho. Sua especialização orienta o escritório em projetos estruturais, executivos e no acompanhamento de financiamentos de construção, sempre conforme as normas da ABNT.

Perguntas frequentes sobre a planilha para financiamento da Caixa

Reunimos as dúvidas mais comuns de quem vai financiar a construção da casa própria pela Caixa.

O que é a planilha PCI da Caixa?

A PCI é a Proposta de Construção Individual, a planilha oficial da Caixa para financiar a construção de um imóvel residencial. Nela entram o orçamento por etapas, o cronograma físico-financeiro e o memorial da obra, e ela é preenchida por engenheiro ou arquiteto habilitado. É a partir dela que o banco aprova o crédito e libera as parcelas conforme a obra avança.

Quem pode preencher a planilha para financiamento da Caixa?

A planilha da Caixa precisa ser montada por um responsável técnico habilitado, engenheiro com registro no CREA ou arquiteto com registro no CAU, e sair com a ART ou o RRT correspondente. Esse registro é o que dá validade técnica ao orçamento e ao cronograma diante da engenharia do banco. Na Projeto de Engenharia, o trabalho é assinado por engenheiro civil responsável.

Por que a Caixa reprova o orçamento da construção?

A Caixa reprova o orçamento quando ele foge da referência oficial de custo, para baixo ou para cima. Valor subfaturado, montado só para caber no crédito, cai abaixo do mínimo aceito, e valor superfaturado fica acima do custo de mercado. Em ambos os casos a engenharia do banco devolve a planilha com exigência, mesmo que o crédito pessoal já esteja aprovado.

Qual a diferença entre a planilha PCI e a PRM?

A PCI, Proposta de Construção Individual, é para quem constrói do zero, em terreno próprio ou na aquisição de terreno e construção. A PRM, Proposta de Reforma e Melhoria, é para quem reforma, amplia ou melhora um imóvel já existente. Usar a planilha certa para o seu caso é o primeiro passo para o processo não voltar antes da análise técnica.

Quanto a Caixa financia da construção?

A Caixa pode financiar até 80% do custo da construção, para pessoa física e imóvel residencial, conforme a aprovação de crédito e da engenharia. O valor final depende da renda, do custo da obra atestado na planilha e das regras vigentes da linha de crédito. Um orçamento bem montado é o que sustenta o maior valor possível dentro dessas regras.

Preciso do projeto aprovado para montar a planilha?

Sim, a planilha orça o que o projeto define, então o projeto aprovado na prefeitura, com o alvará e a ART, é a base do orçamento e do cronograma. Sem projeto, a planilha não tem quantidades reais para precificar e a engenharia da Caixa não tem o que conferir. Quando o projeto ainda não existe, ele entra no escopo antes da planilha.

Monte a planilha da sua obra com engenheiro responsável

Com os dados do seu terreno e do seu projeto, você recebe o valor fechado e o escopo da planilha para o financiamento da Caixa, com o orçamento e o cronograma assinados por engenheiro responsável.

É o passo que transforma o sonho da casa própria em uma proposta técnica que a engenharia da Caixa entende e aprova para liberar o crédito.

Bruno Rodrigues
Especialista responsável

Bruno Rodrigues

Fundador e engenheiro

Bruno Rodrigues é engenheiro civil (CREA 5071484666), com pós-graduação em Concreto Armado e Protensão e formação como Técnico em Segurança do Trabalho. Fundador e responsável técnico da Projeto de Engenharia, assina projetos estruturais, executivos e de regularização em Bragança Paulista, São Paulo e todo o Brasil, conforme as normas da ABNT.

Localização

Planilha para financiamento da Caixa em São Paulo e em todo o Brasil

A Projeto de Engenharia prepara a planilha para financiamento da Caixa com sede em Bragança Paulista, São Paulo, e atende clientes em todo o Brasil. O orçamento e o cronograma são montados a distância e assinados por engenheiro responsável, com ART, no padrão que a Caixa aceita em qualquer agência.